Vocês, leitores natos:
ávidos em sentir o que senti quando escrevi estes versos
saibam que poesia é a pura falsidade
de sentir algo que nunca se sentiu,
de viver algo que nunca existiu,
e o mais importante:
de ser algo que nunca se foi.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
{o vazio}
Às vezes sinto um vazio,
um oco dentro de mim
algo sem vida, inerte a qualquer movimento
a quaisquer pensamentos
que eu possa vir a ter.
Quando algo ocupa esse vácuo
sou movido pela alegria
dia-a-dia, sorrindo e colorindo
as pessoas que estão na escuridão
do preto e branco.
Nunca sei o que sinto
o vazio é traiçoeiro e de tempos e tempos
se enche de esperança falsa,
me fazendo acreditar em algo que nunca existirá
ou que talvez, nunca existiu.
um oco dentro de mim
algo sem vida, inerte a qualquer movimento
a quaisquer pensamentos
que eu possa vir a ter.
Quando algo ocupa esse vácuo
sou movido pela alegria
dia-a-dia, sorrindo e colorindo
as pessoas que estão na escuridão
do preto e branco.
Nunca sei o que sinto
o vazio é traiçoeiro e de tempos e tempos
se enche de esperança falsa,
me fazendo acreditar em algo que nunca existirá
ou que talvez, nunca existiu.
{a tristeza}
Às vezes tento viver num sonho
No qual eu sou feliz.
E vivo com alguém que amo
Mas percebo
Que tudo não passa de uma ilusão
E que vou viver vendo o dia sumir
Num eterno por do sol.
Vestida de preto e segurando rosas rubras
A tristeza me acompanha
Espalhando flores por onde ando
Cada flor, cada amor
Que um dia perdi
Que um dia amei
E que se tornam feridas sangrentas.
Das minhas lágrimas a tristeza faz sua vida
Da minha dor, a tristeza faz sua força
Dor de não poder amar
Dor de ser sozinho
Ando de mãos dadas com chances perdidas
Abandonado pelo destino
Que faz da minha vida uma constante rotina
Sinceramente não sei que rumo tomar
Que caminho percorrer, que feitos realizar
Pois cada ato que fizer
A tristeza será minha mestra
Ensinando secretamente lições mórbidas
Das quais não posso fugir
Das quais não posso fugir.
No qual eu sou feliz.
E vivo com alguém que amo
Mas percebo
Que tudo não passa de uma ilusão
E que vou viver vendo o dia sumir
Num eterno por do sol.
Vestida de preto e segurando rosas rubras
A tristeza me acompanha
Espalhando flores por onde ando
Cada flor, cada amor
Que um dia perdi
Que um dia amei
E que se tornam feridas sangrentas.
Das minhas lágrimas a tristeza faz sua vida
Da minha dor, a tristeza faz sua força
Dor de não poder amar
Dor de ser sozinho
Ando de mãos dadas com chances perdidas
Abandonado pelo destino
Que faz da minha vida uma constante rotina
Sinceramente não sei que rumo tomar
Que caminho percorrer, que feitos realizar
Pois cada ato que fizer
A tristeza será minha mestra
Ensinando secretamente lições mórbidas
Das quais não posso fugir
Das quais não posso fugir.
{reflexão}
Penso em tantas coisas
No passado, no presente
E quem sabe no futuro
Queria me ver adulto
Com perspectivas, objetivos
E não como criança
Infância:
Volto ao meu passado
Quando brincava inocentemente
Sem me preocupar com o amanhã
Fui egoísta, grosso
Rude ao crescer
Meu presente não é tão agradável
As coisas não são como são
E dói perceber isso
Você chora
Chora por dentro
Pois sabe que queria ser criança de novo
E voltar a inocência
De brincar novamente com aquele amigo querido
Amizade
Tão difícil conseguir
Um amigo verdadeiro
Mas quando se consegue
Tudo vira colorido
E a vida se vive
Vida
Antagônica
Sempre oposta
Um dia se ganha, outro se perde
E como ao som dessa música que ouço
Você reflete
No passado, presente e no futuro
Como comecei a refletir
Lágrimas vão escorrer
Momentos inesquecíveis vão aparecer
Num flash-back mágico, ofuscante
Que passa em sua cabeça a mil
E que te faz lembrar
Lembrar de como tudo era bom
Mas você se lembra de seus erros
E percebe como os corrigiu
Inconscientemente
A cada memória
A cada pensamento
Um ensinamento valioso
Que servira para o futuro
Se for preciso
Chore
Essa é a hora
Chore
Você sabe que se sentirá bem depois
Pois não são lagrimas de tristeza
E sim de consciência
De tudo o que você já fez
Ou que faz, ou ainda do que vai fazer
Grite!
Tire o nó da garganta
Fale o que você precisa
Pense o que você omite
Reflita
Em silencio
Reflita...
No passado, no presente
E quem sabe no futuro
Queria me ver adulto
Com perspectivas, objetivos
E não como criança
Infância:
Volto ao meu passado
Quando brincava inocentemente
Sem me preocupar com o amanhã
Fui egoísta, grosso
Rude ao crescer
Meu presente não é tão agradável
As coisas não são como são
E dói perceber isso
Você chora
Chora por dentro
Pois sabe que queria ser criança de novo
E voltar a inocência
De brincar novamente com aquele amigo querido
Amizade
Tão difícil conseguir
Um amigo verdadeiro
Mas quando se consegue
Tudo vira colorido
E a vida se vive
Vida
Antagônica
Sempre oposta
Um dia se ganha, outro se perde
E como ao som dessa música que ouço
Você reflete
No passado, presente e no futuro
Como comecei a refletir
Lágrimas vão escorrer
Momentos inesquecíveis vão aparecer
Num flash-back mágico, ofuscante
Que passa em sua cabeça a mil
E que te faz lembrar
Lembrar de como tudo era bom
Mas você se lembra de seus erros
E percebe como os corrigiu
Inconscientemente
A cada memória
A cada pensamento
Um ensinamento valioso
Que servira para o futuro
Se for preciso
Chore
Essa é a hora
Chore
Você sabe que se sentirá bem depois
Pois não são lagrimas de tristeza
E sim de consciência
De tudo o que você já fez
Ou que faz, ou ainda do que vai fazer
Grite!
Tire o nó da garganta
Fale o que você precisa
Pense o que você omite
Reflita
Em silencio
Reflita...
{sonolência}
Eu começo a ficar com sono
Minhas pálpebras se fecham
Vagarosamente, lentamente
Enquanto todos se levantam
Eu me preparo pra cair no sono.
Minhas pálpebras se fecham
Vagarosamente, lentamente
Enquanto todos se levantam
Eu me preparo pra cair no sono.
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