Às vezes sinto um vazio,
um oco dentro de mim
algo sem vida, inerte a qualquer movimento
a quaisquer pensamentos
que eu possa vir a ter.
Quando algo ocupa esse vácuo
sou movido pela alegria
dia-a-dia, sorrindo e colorindo
as pessoas que estão na escuridão
do preto e branco.
Nunca sei o que sinto
o vazio é traiçoeiro e de tempos e tempos
se enche de esperança falsa,
me fazendo acreditar em algo que nunca existirá
ou que talvez, nunca existiu.
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