quarta-feira, 26 de março de 2008

{onipotência}

Venerem-me, meros mortais!
Cumpram minhas ordens sem questionar
Venerem-me, escravos fatais!

Poupem-me de seus pensamentos tolos
Não faço questão de prestar atenção
Por mim, mantê-los-ia em esgotos.

Vocês vivem porque deixo
Ser onipotente e universal
Quem discordar, levará no queixo!

Morram por mim jovens iludidos
Matem, destruam, estraçalhem, morram!
Vivam dessa glória tão escondida!

Aos inimigos, mando gratificações
Sem vocês, não poderia exercer minha tirania
E me orgulharei de erguer, num espeto, seus corações.

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