sexta-feira, 27 de junho de 2008

{mil}

Crio mil vidas na minha
Mil faces de um medo insensível.
Minha gênese veio da espinha
Meu sentimento: indescritível.

Uso mil máscaras .
Mil jeitos de ser o que não sou
Minha verdadeira face te encara
Momento que, sem perceber, passou.

Ainda quero mil sensações
Das quais ainda não senti
Será que terei suficientes corações?
Para sentir o que nunca senti?

Será preciso mil mudanças.
Mil métodos de enxergar o escuro
Para prever mil façanhas,
Que farei no futuro.

2 comentários:

Anônimo disse...

suprimir a métrica de um poema não é muito sensato, apesar de ser uma das características do modernismo, movimento de genialidade indubitável... Mas pelo que li, vejo que gosta da subjetividade e de expor sentimentos, certo? Se estou certo vale apena conferir o movimento literário simbolismo com destaque para Cruz e Souza cujo melhor poema é Carcere das Almas...

Ana disse...

meu sonho é conseguir escrever sonetos e poemas afins *_*'~
phoda o blog *;