Crio mil vidas na minha
Mil faces de um medo insensível.
Minha gênese veio da espinha
Meu sentimento: indescritível.
Uso mil máscaras .
Mil jeitos de ser o que não sou
Minha verdadeira face te encara
Momento que, sem perceber, passou.
Ainda quero mil sensações
Das quais ainda não senti
Será que terei suficientes corações?
Para sentir o que nunca senti?
Será preciso mil mudanças.
Mil métodos de enxergar o escuro
Para prever mil façanhas,
Que farei no futuro.
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2 comentários:
suprimir a métrica de um poema não é muito sensato, apesar de ser uma das características do modernismo, movimento de genialidade indubitável... Mas pelo que li, vejo que gosta da subjetividade e de expor sentimentos, certo? Se estou certo vale apena conferir o movimento literário simbolismo com destaque para Cruz e Souza cujo melhor poema é Carcere das Almas...
meu sonho é conseguir escrever sonetos e poemas afins *_*'~
phoda o blog *;
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